sexta-feira, 16 de agosto de 2019

I'm aliiiiiiveeeeee!!!

Oláaaaaa! Long time no write/read...

Então, caros amigos, como correram os últimos anos? Ah? Bem?

Por cá, fyi, mais complicação menos complicação, mais paciência menos paciência, menos hora de sono menos hora de sono, menos hora de sono, está tudo ótimo!

Os mais atentos notarão que vou começar a escrever sobre temas novos (que poderão, por vezes, parecer completamente aleatórios (e que, provavelmente, serão)), pelo que deixo aqui uma pequena lista dos acontecimentos mais marcantes da minha vida, nos últimos anos, para vos manter mais ou menos contextualizados:

- Casei com uma pessoa linda e maravilhosa.

- Tivemos um filho lindo e maravilhoso (que sai a mim, por isso tirem as vossas conclusões em relação à lindeza e maravilhosidade desta família).

- Compramos uma casa.

- Comecei a trabalhar numa área nova.

- Deixei de trabalhar na área nova.

- Voltei a trabalhar na área do costume.

- Aderi à Netflix (sim, ainda estamos a falar dos acontecimentos mais marcantes).

- Fui às Maldivas, Estocolmo e Madeira.

- Vi um concerto dos Queen.

- Lancei mais um CD (escrevi "mais um", viram?).

E pronto, agora que estamos novamente alinhados, podemos voltar à nossa relação unilateral em que eu partilho coisas convosco e vocês não fazem nada, nadinha de nada.

Ok, até breve.

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Amigo R., o meu coração está contigo.

São acontecimentos pontuais que nos fazem questionar toda a nossa existência. O resto do tempo andamos em modo de poupança de energia, sem levantar muitas ondas, a ver se a vida vai passando suavemente, calma e indolor.

Mas depois, nos momentos mais duros, e a avaliar pelas incontáveis desigualdades e injustiças que presenciamos diariamente, fica mesmo a sensação de que isto é apenas uma sequência de acontecimentos aleatórios e de que não há nada que possamos fazer para que o universo conspire a nosso favor, para que não saia o nosso número.
Deus, o que fazemos? Continuamos a rezar, pedindo que a nossa vida e a vida das nossas pessoas vá passando sem grandes sobressaltos e agradecendo a nossa boa sorte? E, sendo assim, é mesmo sorte?

"Deus escreve direito por linhas tortas." 

Eu sei, ouvi isto toda a minha vida. Não toda a minha vida, apenas nos momentos trágicos e de aflição! Porque é muito fácil acreditar quando a vida nos dá flores. Mas, e agora? Agora que o mundo se virou de pernas para o ar e a revolta nos invade o coração como um punhal: cravado e rodado vezes sem conta, até ficarmos sem forças e nos deixarmos cair. Com o punhal preso no coração.

Nós sabemos que o tempo nos vai ajudar mas, até lá, é tão difícil, Deus. Parece-nos tão injusto. Tão injustificado. Tão triste. Tão revoltante. Porquê? É um castigo? P'ra quem vai ou p'ra quem fica? Ou é o "ter de ser"? (O "ter de ser" é tramado, é mais um dos que apenas dá um ar da sua graça nos momentos difíceis.)

Um dia, com certeza, perceberemos os teus desígnios. Um dia haveremos de estar contigo e achar ridículas todas estas dúvidas que nos assombram nestes momentos de aflição. Um dia tudo será claro.

Até lá, Deus, deixo-te o meu sincero agradecimento pela vida, pela família, pelos amigos e pelas incontáveis alegrias. Obrigada pelos dias de sol e pela chuva. Pelas plantas, pelos animais, pelo mundo que criaste. Obrigada pelas dificuldades que nos ajudaste a superar e que fizeram de nós pessoas melhores e mais fortes. Obrigada pela força e pelo carinho.

Nós sabemos, Deus. Mesmo nos momentos que nos fazem questionar, nós não nos esquecemos.

Descansa em paz, F.

segunda-feira, 30 de abril de 2018

Uma pessoa percebe que é ridícula quando...

Tem questões com os níveis altos de colesterol há anos, consegue finalmente um maravilhoso valor de 162 e pensa instantaneamente "162?? Isto não será baixo demais?" "Será que foi do exercício??" (Fui ao ginásio 3 vezes nos últimos 60 dias...) "OMG, será que vai ficar tudo bem comigo?".

quinta-feira, 15 de março de 2018

Sou só eu que acho que a Luciana Abreu casou com a versão masculina da Jessica Athayde?!?


Versão masculina da Jessica Athayde

Jessica Athayde

Jessica Athayde


Feliz 2018!

Ah, e feliz 2018! (No primeiro terço do ano é válido!)

36 já cá cantam!

No dia do meu aniversário, estava reunida com o meu chefe quando recebi uma chamada de um amigo a dar-me os parabéns.
- Obrigaaaadaaaaaa!!!

No final do telefonema, diz-me ele:
- Fazes anos hoje?
- Faço.
- Ah, podias ter dito!

Fim de conversa.

Mais tarde, no mesmo dia, liga-me e diz:
- Parabéns!!
- ..., porquê?
- Porque foste a escolhida entre 3 pessoas.
- ... ??
- Já sabes que não dou os parabéns por outras coisas.
- ...

Fim de conversa.